quarta-feira, 16 de junho de 2010

FIQUE LIGADO!

Estão Abertas as inscrições internacionais para o Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – CURTA CINEMA 2010. Podem se inscrever filmes de até 40 minutos feitos em qualquer formato, finalizados a partir de janeiro de 2009. Acesse www.shortfilmdepot.com e inscreva seu(s) filme(s). A data limite para inscrições internacionais é 2 de julho.
As inscrições nacionais estarão abertas de 10 de junho a 30 de julho.



O Nós do Morro foi fundado em 1986, fruto da idéia do jornalista e ator Guti Fraga. Fraga e um Grupo de jovens moradores locais se uniram para dar início ao então chamado Projeto Teatro-Comunidade: uma idéia inovadora, já que, até então, a maioria dos projetos culturais voltados para as comunidades carentes no Rio de Janeiro vinham de fora e nem sempre se adaptavam à realidade do público a que se destinavam.
O grupo possui além de seu curso de Formação em Teatro, Formação em Audiovisual, Workshops e cursos livres durante o ano. A seleção de novos integrantes acontece uma vez a cada ano e as inscrições são abertas no final do mês do janeiro.
As crianças e adolescentes que desejam ingressar no Nós do Morro precisam estar estudando, terem autorização dos seus responsáveis legais, possuírem tempo disponível para assistir de duas a três vezes por semana as aulas e terem condições de financiar o transporte para seu deslocamento de casa para o grupo. Com os adultos o processo é parecido. Quem não conseguiu terminar o ensino médio ou não conclui o ensino superior, estimulamos para que retomem os estudos. E devem também ter tempo disponível e condições de custear seu transporte.
Além dos cursos de artes cênicas e audiovisual, na sede do Vidigal, o Grupo atende cinco bairros em Nova Iguaçu (Austin, Cabuçu, Jardim Nova América, Jardim Laranjeiras e Cerâmica) com patrocínio da Petrobras, ministra oficinas de teatro e música em presídios através do projeto Rebelião Cultural (iniciativa da parceria "Favela a Quatro" com Afroreggae, CUFA e Observatório de Favelas) e multiplica sua metodologia de trabalho para as comunidades do Pavão/Pavãozinho.

domingo, 13 de junho de 2010



Projeto Olho Vivo
O Projeto Olho Vivo acredita no jovem e na força da comunicação para transformar a sociedade. Suas atividades se organizam em dois eixos: as Oficinas de Mídia e a assessoria aos Grupos de Jovens Comunicadores. Nas Oficinas de Mídia, os adolescentes moradores de comunidades de baixa renda de Niterói têm acesso gratuito à formação em fotografia, produção de vídeo ou desenvolvimento de sites. Além de ter contato com tecnologias de comunicação, meninos e meninas são estimulados a usar o que aprendem para conhecer melhor suas comunidades e elaborar propostas de mídia que possam contribuir com o desenvolvimento local e a melhoria da qualidade de vida da juventude.

Nós na Fita – O grupo Nós na Fita é anterior ao projeto Olho Vivo, mas hoje faz parte das suas atividades. O grupo surgiu em 1999, a partir de uma oficina de vídeo realizada pela Bem TV no Morro do Preventório. Hoje, reúne jovens de seis comunidades de Niterói e dedica-se à produção de vídeos. O Nós na Fita também gerencia um cineclube que exibe filmes nacionais, com temáticas relacionadas à juventude. As sessões acontecem toda última sexta-feira do mês, às 14h, no SESC Niterói (Rua Padre Anchieta, 56, 3º andar, Centro). Escolas podem reservar lugares na platéia ligando para: (21) 36041500.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dicas de filmes



Falando em Daniel Filho aí vai uma dica de filme ,o longa "Chico Xavier", dirigido por ele, bateu recorde de bilheteria logo no primeiro fim de semana de estreia. De acordo com o balanço preliminar divulgado pela assessoria de imprensa da produtora Downtown Filmes, cerca de 590 mil pessoas assistiram à produção.A cinebiografia do médium se torna, assim, a maior bilheteria da história do cinema nacional desde 1995.
O fime, que narra a história do famoso médium mineiro baseado no livro "As Vidas de Chico Xavier",tem como atores Nelson Xavier, Ângelo Antônio e Matheus Costa representando Chico Xavier em três fases diferentes de sua vida.

segunda-feira, 5 de abril de 2010


Daniel Filho trabalhou anos na Rede Globo como ator e diretor. Nessa emissora se tornou um dos mais poderosos executivos, dirigindo varias telenovelas, series e minisséries de sucesso.
Nos anos recentes assumiu o cargo de Diretor Artístico da Globo Filmes e coordena projetos próprios em sua produtora de cinema, a Lereby Produções e se tornou o cineasta brasileiro de maior sucesso nos últimos anos.
Girando pela net eu encontrei várias entrevistas com o Daniel Filho
e nada melhor do que publicar aqui no blog as melhores perguntas e respostas
sobre cinema e televisão.


Repórter - O sr. sente que seu trabalho é reconhecido?
Daniel Filho - A crítica cinematográfica realmente não é muito gentil comigo. Há um pé atrás, um preconceito por eu ser uma pessoa oriunda da televisão. Dizem que tudo o que faço é televisivo, dizem que a minha narrativa é claudicante, pedestre, ou qualquer coisa assim, por ter o estilo da tevê. Não entendo o que isso quer dizer. Outros dizem que faço sempre o mesmo gênero. Juro que pensava que estava fazendo obras diferentes.


Repórter - A que atribui esse tratamento?
Daniel - Preconceito. Tenho sobre a minha cabeça uma coisa que se chama plim plim. Os anos e anos em que estive na Globo me marcaram. Sou um dos fundadores da emissora, o criador do seu padrão de qualidade. Isso é uma coisa que me acompanha. Outro dia estava andando na rua e uma senhora veio reclamar comigo da novela. Tentei dizer para ela que não tenho nada a ver com aquilo. Mas ela não me ouvia, me dizia o que eu deveria fazer com a trama. Tentei dizer que não estou na tevê há nove anos. Ela não me ouviu. Então, para me livrar da situação, lhe disse: "Ok, vou fazer o que a senhora está dizendo." E fui embora.

Repórter - A tevê não prende sua atenção?
Daniel - A última vez que me vi sentado e fiquei um tempo diante da telinha foi por causa de um programa muito ruim. Não vou dizer qual. Fiquei tão abismado diante do que estava assistindo, era tão mal representado, inverossímil, que eu fiquei paralisado.

Repórter - Como produtor de cinema, que tipo de filme o sr. busca?
Daniel - Não tenho nenhum preconceito. Isso me leva a fazer tanto o filme do Renato Aragão quanto o Central do Brasil. Meu parâmetro é ser um filme que eu acho que tenha um público, uma boa história e que ocupe um espaço ainda não ocupado. Atualmente, estou procurando histórias infanto-juvenis. Acabei de comprar os direitos de Pluft , o fantasminha e vai virar filme."

Repórter -Que reação do público você colhe quando anda nas ruas ou vai ao cinema? O que as pessoas comentam?
Daniel -Vou ao cinema escondido para ver o filme, e o que vejo é delicioso. Você vê que as pessoas embarcam na sua história. O mais interessante é que encontro com algumas pessoas e cada uma comenta uma cena diferente. Isso quer dizer que o filme agradou como um todo. Se existe algo de bom no entretenimento é fazer algo na vida de alguém, como contar uma boa piada. Uma mãe me disse que o filho não conseguia contar uma cena de tanto que ele ria ao lembrar da piada. Isso é o melhor que uma pessoa que trabalha com o entretenimento pode esperar. Você faz alguém feliz por um instante.

Repórter -Existe algum segredo para fazer com que tanto o público como a crítica elogiem um filme?
Daniel -Não sei. Mesmo porque eu não consigo fazer. Mas os críticos estão revisando a fórmula deles. Três críticos me disseram que só iriam assistir o filme com o público, porque na exibição fechada aos jornalistas eles se sentiam isolados. Se você for ao show da Madonna sozinho, você não vai gostar. O legal é a platéia, mas o crítico não se senta com ela, não sente a vibração. Quando fiz o programa Sai de Baixo, colocava uma platéia de classe média, que estava rindo igual às pessoas em casa. Isso ajudava e muito. A platéia é uma peça integrante.

sábado, 27 de março de 2010

Quando a arte imita a vida!



Dizem que a novela, é momento de se desligar de todos os problemas do cotidiano e buscar uma identificação, a partir dos sinais que nos chega pela TV.Em outras palavras, quer dizer que não se passa a vida sem sonhar - mesmo que acordado - e que a realidade deve ser deixada de lado em instantes oportunos para ceder lugar à fantasia. Assim, desde os clássicos literários até às telenovelas dos dias atuais as pessoas buscam um instante de "ilusão".
Entretanto, há tempos ocorre uma tendência um tanto sutil nas novelas, deixando o telespectador confuso sobre até que ponto aquilo que assiste é um mero conto popular ou a verdadeira realidade a qual ele está inserido. Trata-se de um realismo em demasia em tais produções globais que vimos a assistir.
Outro espécie de "realismo" usado até o limite atualmente nas novelas é o chamado merchandising, momento quando os personagens aparecem falando bem de determinado produto.
Outra característica é a escolha de personagens da vida real para expressarem narrativas de fatos ocorridos em suas vidas singulares aos telespectadores, talvez uma tentativa de mostras ao público que nem sempre a vida é confortável e justa
Um dos maiores casos de comoção e merchandising social, mostrado em novelas, seria o problema da leucemia, um tipo de câncer das células sanguíneas, que foi explorado pelo autor Manoel Carlos na novela Laços de Família, exibida no ano 2001. Provalvelmente muitos ainda se lembram de uma das mais marcantes cenas das novelas brasileiras, quando a atriz Carolina Dieckmann teve seus lindos cabelos raspados.
Ela arrasou nessa novela e raspar suas lindas madeixas em uma cena que emocionou não só a equipe de gravação como todo o Brasil . Na época da novela a personagem "Camila" foi um símbolo da luta contra leucemia e atriz participou inclusive de campanhas publicitárias sobre o tema.

'A cena é maior que minha vaidade', disse atriz na época da novela.


quarta-feira, 17 de março de 2010

ih foi mal! volta a cena?

Em frente as câmeras , é comum que as pessoas fiquem nervosas não é verdade?.
Estar ao vivo na TV então é uma atividade tensa. Quando você está lá em frente as câmeras não podendo cometer erros, é preciso assumir um personagem e ter uma concentração total nas várias atividades que rondam aquele momento.
Imagina quando se fala ou faz algo errado bem no momento mais importante da gravação?
Mas afinal, todo ser humano é pacífico á erros e nada melhor do que ver os "melhores" cometendo um erro que qualquer humano cometeria se estivesse no lugar deles.
Quem não lembra quando o comentarista Sergio Noronha dormiu durante a transmissão da copa? ou de qualquer outro "descuido" no tele jornalismo?
Mas as vezes, esses erros de gravação que parecem ser muito engraçados para quem está assisitindo pode ser crucial para quem o cometeu.
É o caso de um apresentador americano que fez uma mesa redonda com pessoas que tiveram problemas de fala depois de procedimentos cirurgicos, e que não conseguiu evitar a risada durante a entrevista. Logo após o programa, o apresentador foi demitido .